Ultimamente tenho percebido um sentimento que cresce cada vez mais em mim. O nome dele é medo! Medo de que eu volte ao passado e as mesmas coisas ruins que aconteceram se repitam, medo de perder coisas, medo de perder pessoas, que elas te abandonem, de voltar a sentir aquela dor já tão peculiar e distinta. Gosto de pensar que sou paranóico e louco, assim posso disfarçar a verdade de que as pessoas diante de meus olhos sempre parecem inconstantes.
A sensação de que algo está errado as vezes é tão forte quanto a sensação que fica me dizendo que "não tem nada a ver", que eu "estou fantasiando coisas". Acho que isso se deve única e exclusivamente aos fatos passados (aquela velha história do gato escaldado ter medo até de água fria). Talvez isso tudo seja só uma questão de ficar mais tranquilo comigo mesmo, pois acho que esse é o problema real: sou uma pessoa insegura, tenho certeza apenas do que EU quero.
Me vejo subindo uma escada espiral em meio à completa escuridão, movido apenas pelos sentimentos e pela vontade infinita de chegar lá em cima, porque sei que no topo dessa escada está o que eu procuro, o que eu venho esperando e lutando já há algum tempo.
Apesar de sentir medo, não vou vestir uma armadura, prefiro ficar a mercê de golpes mortais, mas de peito aberto, do que vestir uma carapuça invisível para me proteger de algo que nem mesmo sei. Estou aprendendo a confiar no tempo, "você acha que eu sou louco, mas tudo vai se encaixar"...
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Falling to Pieces
Sinto a chuva que cai
Sobre minha face sombria
O frio da noite me consome
E engole cada lágrima que derramo
Eu olho para as flores em meu leito
E sinto que não sou mais o mesmo
Agora que perdi as esperanças
O presente condena meu futuro
Então o que esperas de mim?
Se a cada segundo eterno eu me rendo
Fecho meus olhos e abro os braços
Para abraçar a escuridão...
Sobre minha face sombria
O frio da noite me consome
E engole cada lágrima que derramo
Eu olho para as flores em meu leito
E sinto que não sou mais o mesmo
Agora que perdi as esperanças
O presente condena meu futuro
Então o que esperas de mim?
Se a cada segundo eterno eu me rendo
Fecho meus olhos e abro os braços
Para abraçar a escuridão...
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